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Nov 08



 

TEORIA DO APEGO
A teoria do apego propõe a existência de uma motivação geneticamente codificada que permite ao bebê formar um laço forte com uma figura específica (muitas vezes a mãe), para obter dela uma "base segura" que lhe permite a exploração de seu próprio mundo externo.

A conducta de apego envolve um laço de afecto persistente no tempo, com uma pessoa específica, que se conhece como FIGURA DE APEGO, esta pessoa (mãe ou pessoa que cuida da criança) se torna emocionalmente significativa, há sempre o desejo de manter contacto com esta pessoa e pode aparecer estrés em caso de separação.

Alterações neuroendocrinas maternas durante a formação do apego

As fases iniciais na definição dos modelos neuroendocrinos y anatómicos do apego, têm origem em diferentes trabalhos e investigações que mostram que as diferentes formas de apego, não são exclusivas do ser humano.

As bases neuronais poden ser estudas em modelos animais, nos quais se encontran diferenças tendo em conta o proceso que se lava a cabo e a manifestação de diferentes conductas, dependendo do contexto interno (biologico) e externo (social).


os resultados obtidos nos diferentes estudos (com animais), permitem observar o papel de determinadas hormonas como a Oxitocina e a Vasopresina no inicio da formação do vínculo de apego entre a mãe e a cria, assim como o papel que exerce o Cortisol, e outras Catecolaminas, que actuam como neuromoduladores das diferentes conductas da mãe, cria e o seu meio externo.

O processo de apego mãe-filho compõe-se de diferentes processos fisiologicos particulares da mãe, que servem como "base reguladora" no processo de desenvolvimento da criança. Nesta linha os primeiros meses do período post-natal, os cuidados maternos controlam e regulam funções como frequencia cardiaca, respiratoria e o estado endocrino do recém nascido.
Estas funções são estimuladas pela secreção de diferentes sustancias contidas no leite materno, e.g Oxitocina, hormona que aumenta sua produção durante as primeiras semanas do periodo post natal, a maior parte dos seus receptores se encontram no sistema limbico do cerebro da criança, cujo proceso não se completa antes do periodo post-natal.
O recém nascido absorve Oxitocina a través do leite materno e esta hormona actua como ansiolitico no seu cerebro, facilitando um rápido condicionamento entre a associação do cheiro materno e a recordação desse ambiente inicial, no qual se sente comodo e seguro.

As conductas maternas dividem-se em: Motivacionais e Consumatorias.

Motivacionais: estas conductas nos levam a buscar contacto com estimulos atractivos e/ou desejados. Neste conetxto a mãe procura e promove o contacto com o bebe, pois este se presenta como uma fonte de prazer.

Consumatorias: conductas que se realizam uma vez se consegue contacto com o estimulo que atrai nossa atenção. No caso de uma mãe seriam, prestar cuidados, acariciar, etc.

Varias investigações têm demonstrado que as conductas motivacionais e consumatorias maternas, se encontram associadas a presença de um elevado nivel de Oxitocina imediatamente após o parto, o que faz pensar que esta hormona tem uma importancia relevante no momento inicial da conducta de apego materna. A oxitocina que se libera neste momento permite criar as condições apropriadas para que se segregue esteroides gonadales e na reorganização do bulbo olfatorio, facilitando a prestação de cuidados por parte da mãe ao filho.
Em relação ao pai, e a formação do vinculo de apego, alguns estudos apontam a Vasopresina como hormona principal.

Os niveis de esteroides gonadales no post parto são imprescindivéis para promover un suporte fisiologico à mãe, necessário para a realização das alterações motivacionais indispensaveis para desempenhar a sua função de vinculo. O seu nivel inicial é regulado pela Oxitocina, e posteriormente pela liberação de estrogenos, esxiste uma interregulação que leva ao aumento na sua liberação e no número de receptores de Oxitocina, não apenas no utero e tecido mamario, como também no cerebro, onde o número de receptores se duplica, com especial actividade no sistema limbico; são alterações que coincidem com o inicio da conducta maternal e da vinculação do recém nascido, parecer ser, que a estimulação cervico-vaginal também induz a aceptação da criança por parte da mãe.
publicado por Minda às 23:18
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Agradeço a honra de ter um poema de minha autoria ...
Dever da criança??até que ponto a criança realment...
bem me podias meter nessa listaolá...
esperemos que nãoque não deixe de aparecer o sol.....
os meus filmes são mais fofinhos...feliz fim de se...
pensei que fosseé que aqui formou-se um Mário em e...
eheheh acho q este se fez engenharia foi no Brasil
fresco esse Mário...será o mesmo Mário que se fez ...
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